Leitor eletrônico faz 10 anos, mas pode sumir antes do livro de papel
O Estado de S.Paulo
Bruno Capelas e Andre Klojda
12/11/2017

Os e-readers não fazem parte do cotidiano de muita gente. Após um pico em 2011, as vendas só caíram. Há diversos motivos para a revolução prometida pelo Kindle – e seus rivais, como o Kobo, da Rakuten, e o Lev, da Saraiva – não ter acontecido. O primeiro são os leitores que simplesmente não conseguem se acostumar. Além disso, por ser um dispositivo dedicado à leitura, o leitor eletrônico tem um público-alvo reduzido.
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