Professores leitores de HQs conseguem melhor resultado

Por Ivani Cardoso

amaroPesquisas demonstram que não há correlação entre o baixo rendimento dos alunos e leitura das HQs (isto é, as HQs não são deseducadoras como muitos pensam). Além disso, os dados revelam que há uma relação entre a não leitura das HQs e o baixo rendimento, isto é, as notas mais baixas estão entre os alunos que não leem quadrinhos. As afirmações são de Amaro Braga, quadrinhista e sociólogo, um dos autores da obra “Quadrinhos & Educação volume 3: Fanzines, espaços e usos pedagógico”. Estudioso do tema e leitor voraz de quadrinhos, ele diz que o gênero é muito utilizado na escola em vários países, não apenas como indicativo de leitura paradidática, mas como leitura principal. Amaro afirma que os professores no Brasil ainda têm muito preconceito na hora de adotar HQS na sala de aula, muitas vezes até por desconhecimento. Para os educadores que desejam entrar nesse mundo adorado pelos alunos, ele dá algumas dicas: Pedir a ajuda dos alunos para selecionarem o material; ler bastante aquilo que circula no mercado e fazer anotações em busca de inter-relações com seus temas de aula. E, principalmente, estar disposto a promover estas interseções didáticas com o material escolar”. Amaro é licenciado e bacharel em Ciências Sociais, Especialista em História da Arte, Especialista em Artes Visuais, Especialista em EAD, Mestre e Doutor em Sociologia. Já publicou seis livros sobre quadrinhos e nove álbuns.  Em 2007, ganhou o HQMIX de melhor contribuição para os quadrinhos pelo álbum “Passos Perdidos, História Desenhada” sobre a presença judaica em Pernambuco. É professor Adjunto no Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas. Seu blog: www.axbraga.blogspot.com.br

Há estudos comprovando a eficácia das HQs na sala de aula?
Sim, há.  O conselho nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, publica todos os anos um relatório chamado “Retrato da Escola”, no qual constam diversos levantamentos sobre temas relevantes. Entre eles há avaliação do porcentual de proficiência (nível das notas) entre estudantes leitores de quadrinhos e não leitores. Os levantamentos têm demonstrado que não há correlação entre o baixo rendimento dos alunos e leitura das HQs (isto é, as HQs não são deseducadoras). Além disso, os dados mostram que há uma relação entre a não leitura das HQs e o baixo rendimento, isto é, as notas mais baixas estão entre os alunos que não leem quadrinhos. E ainda, que professores que leem quadrinhos conseguem maior rendimento de seus alunos em comparação com os professores que não leem. Há diversos outros estudos, mais qualitativos (em forma de dissertação de mestrado e teses de doutorado) que realizam estudos de recepção mostrando a eficácia dos quadrinhos na sala de aula.

Que tipo de HQs são os mais indicados para a aprendizagem?
Não existe um tipo definido. Todas as HQs podem e têm potencialidades para o uso pedagógico. Os quadrinhos e a linguagem dos quadrinhos são recursos didáticos que podem ser explorados por quaisquer disciplinas e conteúdos, basta o professor ter conhecimento do material e desenvolver uma ação que o envolva. Se tivéssemos que elencar um tipo, seria aquele que o aluno já anda lendo. Se ele já ler uma HQ específica, é meio caminho andado para que o processo de aprendizagem ocorra, pois, o professor apenas despertará a compreensão sobre os fenômenos de interesse da disciplina. O aluno, ao conhecer a história ou o material quadrinizado pode, inclusive, participar com mais proeminência de um debate ou discussão e realizar a correlação entre a leitura e o conteúdo focado na aula.

Que conteúdos mais favorecem o uso dos quadrinhos?
Não existe um mais favorecido. Todos têm a mesma potencialidade. Agora, ultimamente, tem sido mais frequente aqueles conteúdos desenvolvidos pelos professores de português (no campo da linguística), história e literatura (devido às adaptações literárias).  Mas qualquer conteúdo pode ser efetivado. Já foram publicados no Brasil, mangás (quadrinhos japoneses) que ensinam estatística, cálculo, genética e processamento de dados (Só para citar os mais diferentes), tudo em quadrinhos.

Quando saiu seu livro? Como surgiu a ideia?
Em 2014 fizemos um levantamento sobre as pesquisas sobre quadrinhos e descobrimos que a grande maioria de estudos acadêmicos (monografias, dissertações e teses) estavam na área de educação. O Prof. Dr. Thiago Modenesi (FG/PE) já havia montado uma coletânea sobre “Quadrinhos e Educação” com cinco trabalhos de pesquisadores que atuaram na área (no qual eu participo e ele mesmo, tendo feito uma dissertação e uma tese em Educação focando as HQs) naquele mesmo ano e, após algumas conversas, resolvemos montar a coletânea “Quadrinhos e Educação”, para reunir os trabalhos destes pesquisadores. Em 2015, lançamos os volumes 1 e 2 com trabalhos de trinta e seis pesquisadores brasileiros e estrangeiros. E, agora, no primeiro semestre de 2016, lançamos o terceiro volume com mais dez artigos de pesquisadores de diversas regiões do Brasil. Já estamos trabalhando no volume 4.

Os professores têm dificuldades em assumir o uso de HQs na sala de aula?
Em princípio, sim. Pois ainda há muito preconceito por parte do tipo de leitura ser considerada infantil ou juvenil e de um entretenimento fugaz. Mesmo quando eles não têm esta perspectiva, encontram dificuldade em conhecer este universo gigantesco de publicações. O que os professores devem fazer é consultar aqueles que mais conhecem os quadrinhos, os grandes especialistas no assunto: os jovens leitores. São os próprios alunos que conhecem centenas de publicações. A seleção ou busca de material deve começar entre os alunos que podem vasculhar suas memórias e coleções no encontro de material de relevância para as aulas. Obviamente, os professores que são leitores de histórias em quadrinhos possuem uma facilidade muito maior em introduzir as temáticas e as dinâmicas envolvendo o material.

Quais são as idades que mais leem HQs?
Depende do local/região e dos gêneros de publicação. Os estudos de recepção mostram que é extremamente diversificado e muito restrito a determinados segmentos. Entre os quadrinhos infantis, como Turma da Mônica, estão as crianças até 12 anos; já entre os quadrinhos de super-heróis, jovens dentre 14 e 24 anos. Isto é, os segmentos etários variam conforme o gênero de publicação. Mesmo assim, há membros de quase todas as faixas etárias em cada segmento.

Os quadrinhos favorecem a leitura de outros segmentos editoriais?
Depende do tipo de quadrinhos e do público-alvo. Nos quadrinhos infantis, não. Já nos quadrinhos undergrounds, sim. Não há uma correlação significativa entre estes dados. Os quadrinhos não podem ser vistos como uma ponte para um tipo de acesso literário. Ele é um gênero independente. Seu consumo não facilita ou caminha para o consumo de outros materiais, necessariamente.

Como está o mercado de HQs no Brasil?
O mercado brasileiro anda em pleno processo de desenvolvimento. Não tem a mesma estrutura de mercados consolidados como o japonês, o europeu ou o norte-americano, mas caminha num processo, um pouco estável, mas crescente. Hoje, muito mais que nas últimas duas décadas, é mais fácil produzir e publicar no Brasil, muito devido às iniciativas coletivas (como o financiamento coletivo) e aos recursos cibernéticos (como o uso do facebook e de blogs para publicar webcomics e webtiras). Ainda é muito difícil viver profissionalmente deste segmento (são poucos os que conseguem), mas as vagas estão aumentando e a mentalidade comercial das empesas, se modificando, mesmo que devagar.

Quais os seus quadrinhos preferidos?
Devido à minha atuação como pesquisador de quadrinhos, termino lendo de tudo e não tendo um segmento preferencial. Mas tendo a consumir com mais intensidade e prazer os quadrinhos japoneses, os mangás.

Quando começou a gostar do tema?
Como boa parte dos jovens, comecei a ler quadrinhos na pré-adolescência. A prática me levou ao colecionismo e, por conseguinte, a um clube de colecionadores de quadrinhos em Recife, chamado Nanquim. Neste grupo, começamos a desenvolver praticas de discussão sobre este universo e de pesquisar publicações diferentes. O grupo cresceu e se institucionalizou, realizando diversas exposições sobre o tema, por volta do início da década de 1990. Isso me levou à pesquisa acadêmica, e a realizar um mestrado e um doutorado sobre quadrinhos na área de sociologia.

ChildrenClassroomComo funciona a sala de aula invertida?
Carta Educação
Thaís Paiva
24/08/2016

Imagine um sistema educacional no qual os alunos estudam os conteúdos curriculares em suas casas só para depois irem à escola encontrar professores e colegas, tirar suas dúvidas e fazer exercícios. Em outras palavras, onde a lição de casa é feita em sala e a aula é dada em casa.
Eis o princípio por trás da metodologia da “sala de aula invertida” (Flipped Classroom, em inglês), que propõe a inversão completa do modelo de ensino. Sua proposta é prover aulas menos expositivas, mais produtivas e participativas, capazes de engajar os alunos no conteúdo e melhor utilizar o tempo e conhecimento do professor. “A metodologia tradicional deixa o aluno num papel passivo, simplesmente ouvindo as explicações do professor. Ao inverter esse modelo e fazer com que o aluno assista às aulas fora do ambiente da escola ou universidade, há um aumento na presença e participação em sala de aula”, explica a educadora Andrea Ramal, diretora do GEN | Educação.
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salaPor que a escola do seu filho é chata?
Uol Educação
Priscila Cruz
29/08/2016

Sabemos da importância da educação para a juventude como garantia de uma vida plena e com oportunidades relevantes, mas como lidar com a reclamação – frequente – de que “a escola é chata”?Parece apenas uma desculpa esfarrapada para não estudar. Mas será que é mesmo? Vamos refletir um pouco sobre como é hoje o ensino médio na maioria das escolas públicas e particulares no Brasil. Vários países do mundo já perceberam que um mesmo modelo de escola não serve a toda a diversidade da juventude. É por isso que a reforma do ensino médio é um assunto discutido há anos. Porém, nunca chegamos a um consenso, mesmo sabendo que não é segredo para ninguém que essa etapa é um dos maiores gargalos da educação brasileira. O debate é delicado, pois qualquer decisão impacta a vida de milhões de jovens de todas as regiões e estratos sociais. Mas isso não pode ser uma desculpa para não mudarmos algo que não está bom.
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Leitura Digital Leitura Sem Fronteiras_160Aplicativo gratuito ajuda na escolha profissional
Da Redação

A partir de pesquisa realizada pela Universidade Positivo mostrando que mais de 30% de 5 mil estudantes do Ensino Médio não decidiram a carreira a seguir, alunos dos cursos de Engenharia da Computação e Psicologia da Universidade Positivo (UP) desenvolveram um aplicativo para ajudar os jovens na difícil tarefa de escolher a profissão. O aplicativo, chamado Vocação UP, foi apresentado na Mostra de Profissões da Universidade Positivo. Disponível em IOS e Android para download gratuito, ele descreve 36 situações vivenciadas em profissões e pergunta ao usuário com quais delas ele mais se identifica. O resultado mostra com que área do conhecimento o estudante tem mais afinidade e indica os cursos superiores que se encaixam nessas áreas.
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ComicSite conta histórias de professores ao redor do mundo
Revista Educação
03/08/2016

Criado por um casal brasileiro aventureiro, o site Teachers of the World publica a história de vida de professores que vivem em diferentes países do mundo. Até o momento, foram entrevistados 30 docentes do Brasil, Nova Zelândia, Japão, Filipinas, Malásia, Indonésia, Vietnã, Tailândia e China. A ideia é chegar a 100 professores escutados em países como Índia, Alemanha, França, Espanha, Portugal, Itália, Áustria, Grécia, República Tcheca, Suécia, Noruega e Finlândia. De maneira geral, os aventureiros observam que as críticas dos docentes ao redor do mundo são muito parecidas e dizem respeito a questões como sobrecarga de trabalho, baixos salários e falta de recursos nas escolas. O conteúdo das entrevistas ainda servirá de material para a elaboração de um documentário.
Se interessou pelo projeto? Acesse o site ou o facebook da iniciativa.
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University10 recursos de Internet imprescindíveis para qualquer professor
Educación 3.0
Pablo Espeso
28/08/2016

A Internet é a fonte de conhecimento onde se pode encontrar praticamente tudo. No que é relacionado à educação, os recursos que estão na Internet estão se tornando imprescindíveis ao permitir-nos o acesso a um mundo de possibilidades em poucos segundos, e com muita facilidade. Dentro da imensidão da Internet, há serviços bons, maus e regulares; alguns, mais atraentes e focados no campo da formação, e outros mais distantes do que nos interessa. Hoje vamos falar de dez recursos da Internet imprescindíveis para qualquer professor que agradecerá sempre poder ter à mão.
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Kinder buecherTrês razões porque as crianças finlandesas são as que leem melhor
La Lectora Futura/Uorokobu
29/08/2016

Xavier Melgarejo, psicólogo escolar no Colégio Claret de Barcelona e doutor em Pedagogia (especializado no sistema finlandês) chama a atenção para o fato de que em apenas dois anos desde que começam a ler, as crianças finlandesas se transformam nos melhores leitores do mundo, “levando em conta, também, que são os que dedicam menos horas curriculares à língua e à leitura”. Eles aprendem a ler aos 7 anos, mais tarde do que em qualquer outro país, no entanto, apenas completam 9 anos, os alunos finlandeses lideram os rankings sobre compreensão leitora. Por que?
Em sua participação no  I Congreso Internacional de Comprensión Lectora Infantil y Primaria (CICLIP) Xavier explicou que a razão está no próprio sistema educativo finlandês, “o qual no é simplesmente  o sistema escolar, mas sim porque está formado por três grandes  peças que fazem funcionar toda a engrenagem: família, escola e estruturas socioculturais”.
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EnsinoIdeb é um dos parâmetros para avaliar a Educação da sua cidade
O Estado de S.Paulo
Todos pela educação
29/08/2016

É sempre importante saber como está a qualidade das escolas e do ensino na sua cidade, e em período de eleições municipais ter esse conhecimento é ainda mais necessário. Isto porque, ao obter essas informações, o eleitor conseguirá compreender e avaliar as propostas na área da Educação de cada candidato ou candidata à prefeitura. No Brasil, um dos principais indicadores do ensino é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Embora não seja a única medida da qualidade da Educação, nem um indicador exato, ele pode ser usado como ferramenta para uma escolha mais consciente nas urnas. O Ideb foi criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC). Seu cálculo leva em conta a taxa de rendimento escolar (percentuais de alunos aprovados, reprovados ou que abandonaram a escola), coletadas por meio do Censo Escolar, e as médias de desempenho em língua portuguesa e matemática nos exames de larga escala aplicados pelo Inep – a Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), mais conhecida como Prova Brasil, aplicada a alunos do 5° e 9° anos do Ensino Fundamental e que gera dados por escola, e a Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb), que é amostral e aplicada a alunos do 3° ano do Ensino Médio, e que gera informações apenas para redes de ensino em nível estadual – ela é mais conhecida por Saeb, que é o nome do próprio sistema da qual ela faz parte:  o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
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examenEducast: Vamos falar sobre inovação na escola?
Porvir
29/08/2016

Como transformar a escola? O que faz uma instituição ser reconhecida como inovadora e criativa? Após apresentar experiências das escolas Gabriel Prestes e Educandário Dom Duarte, o novo episódio do programa Educast debate sobre inovação na educação. No terceiro podcast da série, produzida pelo Porvir, em parceria com a Nova Escola e a Central 3, convidamos a diretora do Instituto Inspirare, Anna Penido, e o professor Elie Ghanem, da Universidade de São Paulo, para falar sobre novas formas de aprender e de ensinar. Também participa da conversa Helena Singer, que foi uma das responsáveis pela elaboração do Mapa da Inovação e Criatividades na Educação Básica.
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Muito além dos 10 segundos: saiba como estudar usando o Snapchat
Catraca Livre
25/08/2016

O Snapchat é uma das redes sociais mais populares hoje em dia. O curioso é que, na prática, ela vem sendo usada não apenas para divertidas trocas de vídeo e fotos, mas também para os estudos. Isso se deve basicamente a dois motivos: o primeiro é o envolvimento de seus criadores, que atualizam constantemente o aplicativo, tornando-o cada vez mais divertido e com mais funções para os usuários. E o segundo diz respeito à forma como o Snapchat funciona, diferenciando-o de outras redes sociais e o tornando mais seguro, já que suas mensagens duram no máximo um dia. Na prática, muitas escolas acabam deixando certas lacunas pedagógicas em sua metodologia de ensino ao considerarem como muito básicas certas atividades e, por isso, deixar a explicação um pouco de lado. É o caso, por exemplo, da elaboração de resumos de unidades de um livro didático, bem como de técnicas para se estudar sozinho em casa ou da escrita de um fichamento. Mas a verdade é que muitos estudantes têm sim diversas dúvidas justamente sobre esses pontos! E é por esclarecer muitos pontos obscuros nesse sentido que alguns perfis têm se tornado verdadeiros sucessos no Snapchat.
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AmazonNúmeros – e curiosidades – da Amazon no Brasil
PublishNews
Leonardo Neto
29/08/2016

Sempre avessa a dar números, a Amazon fez um infográfico (veja abaixo) em que mostra alguns dados curiosos da sua atuação no Brasil. A varejista se orgulha de ter 12 milhões de títulos impressos disponíveis para venda, o que daria um título para cada habitante da capital paulista; revela ainda que os clientes brasileiros já baixaram mais de 14 milhões de e-books pela sua plataforma, incluindo aqui livros baixados gratuitamente e os emprestados pelo Kindle Unlimited, o serviço de subscrição da empresa. O Kindle Unlimited, inclusive, teve um aumento de 90% no seu catálogo desde dezembro de 2014, quando foi lançado. O Top 5 dos livros impressos é composto pelos títulos: O pequeno príncipe (Geração), Contos completos de Tostói (Cosac Naify), Guerra Civil (Panini), Batman, o cavalheiro das trevas (Panini) e Box do Sherlock Holmes (Nova Fronteira).
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Reinventar_a_educacaoEstante
Reinventar a Educação
Editora: Palas Athena
Autores: Edgar Morin e Carlos Jesús Delgado Díaz
ISBN: 978-85-60804-29-0
Gênero: Educação
Páginas: 160
Preço: R$ 39,00

O livro foi lançado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo e é essencial para pais, educadores e pessoas preocupadas com a necessidade de um mundo melhor, que começa sempre com a formação. Mostra que o mundo em crise é um cenário de transformações onde estão presentes riscos e oportunidades de mudança. Entre as ações inadiáveis para a metamorfose capaz de assimilar traços revolucionários e evolutivos preservadores e regeneradores está a necessidade de diálogos constantes entre educação e política, academia e políticos. Em algum momento de sua trajetória, os fins da educação se alteraram, e o fim supremo que é aprender a viver ficou em segundo plano. A centralidade da vida há de ser retomada pela educação tornando-se ponto de partida, farol e horizonte. Reinventar a educação implica, portanto, reunir em um só propósito as reformas do pensamento, do ensino, da política e da vida.

 

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